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29 de janeiro de 2012

Segredo das mulheres felizes no casamento O Livro


Olá pessoal, tudo bem por aí? O assunto agora é a procura pela felicidade matrimonial. Claro, que o amor tem que ser a base, mas isso não invalida que ajustes sejam feitos constantemente né não? E na minha opinião, esse livro ai é uma pérola para o universo feminino.
Tem umas dicas super importantes. Fala da importancia de conhecer melhor o seu marido, e o porquê satisfazer as necessidades dele e, claro, as suas também. Não se neglicencie. Os autores lembram que até as brigas devem ter um caráter assertivo e que os momentos de intimidade tem q ser frequentes. E acima de tudo, assuma a responsabilidade por sua própria felicidade, não delegue essa tarefa a seu companheiro . Vá a luta. Depois da leitura você vai perceber que os homens são eternos  meninos e precisam se sentir cuidados... E que cuidar e manter a sua feminilidade, além de deixar sua estima lá nas alturas só vai turbinar a relação de vocês. Lets go girls, pegue uma xícara de café, sente no sofá mais  próximo  e abra o livro nesse link  AQUI. Boas leituras. E voltem para deixar a opinião de vocês, ok? Boas leituras

O perfume dele

Perfume delicioso, ficaadica, para quem esta pensando comprar para o seu  respectivo. O marido esta usando  e super aprovo. É ma ra vi lho so, a fragrancia é espetacular, e o design da embalagem lembra uma barra de ouro, é caro mas vale super a pena!

26 de janeiro de 2012

Ele não está a fim de você! O Livro

Das autoras do filme Sex and City. O livro da umas dicas básicas para ajudar a perceber seu verdadeiro valor e não correr atras de filhodaeguanenhum,  homem nenhum que  não esteja realmente interessado em você.  Chega de sofrer horrores ao redor do telefone, msn, facebook, email esperando pelo fulano. Depois de ler, voce vai saber que quando o homem ta a fim não há desculpa no mundo que o impeça de estar contigo. Se quiserem ler, já sabem, é só avisar. 

22 de janeiro de 2012

Little mosque on the prairie

Ou em português, Pequena Mesquita na Pradaria, aborda temas religiosos, precisamente sobre o Islao, tentando mostrar que sim, é uma religião aberta. As personagens trazem uma nova luz sobre o ainda incompreendido islao. Devia ser uma serie para ser transmitida mundialmente. Super vale a pena ver. É  muito engraçada e educativa nao tem nada a haver com o conceito que se tem, que se mostra, ou que se dao a entender sobre o islamismo e os muçulmanos, e ainda revela como cristaos e muçulmanos podem conviver lado a lado sem confrontos.

16 de janeiro de 2012

Vencendo o medo de voar: Turbulência - como o avião voa


14 de janeiro de 2012

Visitar a Mesquita de Lisboa

Muitas pessoas chegam ao blog com a frase de pesquisa: Como visitar a Mesquita de Lisboa. É para essas pessoas que deixo algumas dicas, se você deseja fazer uma visita, poderá fazê-la aos sabados a tarde, onde há uma reuniao para quem queira conhecer um pouco mais sobre o Islão. As reunioes sao dirigidas pelo Sheikh Zabbir e começam as 16:00 hs, e como a mesquita é muito grande, o melhor é que  perguntem à entrada onde é a reuniao, que serao logo encaminhados a ela. As senhoras levem um lenço, ou cachecol, ou uma pashimira, para cobrirem a cabeça, quando entrarem. Para informaçoes adicionais sugiro que entrem na página da Mesquita Central de Lisboa esta aqui.
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13 de janeiro de 2012

Doenças que começam com a mente.


O resfriado ocorre quando o corpo nao chora.
A dor de garganta entope quando não é possivel
comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem
sair.
O diabetes invade quando a solidão doi.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido de vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração infarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiranizam.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Prestem atenção!
O plantio é livre, a colheita é obrigatória...Preste atenção no que você está plantando, pois será a mesma
coisa que você irá colher.

Autor desconhecido.














Obrigada Criss Freitas!

Regra:
Repassar o selo para mais 10 blogs amigos.
 Espero que gostem, mesmo que nao usem hijab podem aderir ao selo sem problema ;)



Repassar o selo para mais 10 blogs amigos.
 Espero que gostem, mesmo que nao usem hijab podem aderir ao selo sem problema ;)

Pelo selinho :). 

9 de janeiro de 2012

O início


Não conheci meu marido pela internet como a maioria das senhoras/garotas/mulheres que estão na blogosfera e tem um amor paquistanes, o que foi muito favoravel pra mim. Conheci meu marido no local de trabalho dele. É um shopping aqui perto da minha casa que eu  recusava air por que era muito confuso, cheio de indiano, africano, chines,  e sei la mais o que, uma verdadeira Babilonia. Então que em julho de 2009 estava indo para o Brasil e precisava comprar presentes para levar e como estava sem tempo  tive mesmo que ser ali. Cheguei, perguntei pelos artigos, perguntei pelos preços, dei uma choradinha por um desconto (mania de pobre), sai, voltei de novo e fiz a minha compra. O rapaz era muito atraente. Alto. Moreno.Bonito. Simpático. Conclui as minhas compras naturalmente, a seguir fui ao macdonald comer alguma coisa por que ja passava das 3 da tarde e tava faminta e quando tava na fila me surpreendi com ele atras de mim. Verdade mesmo? |o| entao que sentamos na mesma mesa conversamos por uns breves instantes e tive que ir correndo por que tava quase na hora do meu embarque. Depois de  30 dias lindos  regressei a Portugal e precisava ir a este shopping reparar um artigo que havia comprado, e ele sempre atencioso, simpatico, dai  novamente fomos ao mac, conversamos sobre a viagem, nos tornamos amigos, ate que um dia ele me perguntou se eu queria ser namorada dele, e eu respondi categoricamente NAO! Isso nao vai dar certo, vc é muçulmano, eu sou catolica praticante, eu gosto de festas, de estar com meus amigos, nao ha hipotese.  O tempo passou e mesmo com meu nega ele nao foi embora, nos tornamos amigos inseparaveis, eu ja o via com uns olhos diferentes :)  podia contar com ele para qualquer situaçao. Até que fiquei doente. Tive que fazer uma cirurgia sozinha em Portugal e quem foi que cuidou de mim?? Ele. De dia, de noite, nao me deixou sozinha. Nao me senti desamparada. O coraçao que ja estava balançado, acelerou de vez. Para mim aquela foi a maior prova de amor. Ele ja tinha ganho o meu coraçao. Nunca me arrependi. Foi a decisao mais certa que ja tomei.  Esta fase ficou marcada  pela musica do Vitor e Leo: VOCE VAI ME VENCER, EU VOU ME APAIXONAR, NAO HA MAIS O QUE DECIDIR !!!!

8 de janeiro de 2012

Conselho antes de casar com um homem muçulmano. Top + de 2011








Informação antes dos Conselhos



Um muçulmano pode casar com cristãs, judias e muçulmanas. Mas não é uma cristã ou judia qualquer (e também não uma muçulmana qualquer). No caso de excepção, para ele se casar com uma cristã ou judia, a sua futura esposa tem que ser praticante da sua própria religião, não deve ter dúvidas sobre se Deus existe ou não, não deve usar roupas que revelam muito do seu corpo (ou seja, têm que respeitar a Tora ou o Evangelho no que toca a roupa), não deve cometer actos imorais que vão contra as Escrituras da religião dela, etc.



Isto é porque no Alcorão consta:







"E [permitidas para casar são] mulheres castas dentre os crentes e mulheres castas dentre aqueles a quem foi revelada a Escritura antes de vós quando lhes oferecerem a sua devida compensação [i.e. dote], desejando castidade, não relações sexuais ilícitas ou tendo amantes [secretos]. E quem negar a fé - o seu trabalho tornar-se-á sem valor, e ele, na Próxima Vida, estará entre os perdedores." (5:5)



Muitas pessoas distorcem os versos sobre casamento no Alcorão alegando que os homens só podem casar com virgens e que o Alcorão encoraja isso. Não é verdade. O Alcorão encoraja sim os homens a casar com "mulheres castas", ou seja, que não tenham relações fora do casamento ou que sejam promíscuas. Estas podem ser virgens, divorciadas ou viúvas. E este requerimento é tanto para muçulmanas como para cristãs e judias. E não é só para o caso das mulheres. As muçulmanas também devem só casar com homens castos muçulmanos (Leia aqui sobre as muçulmanas só poderem casar com muçulmanos) como é apresentado no verso seguinte:





"O fornicador não casa excepto com uma fornicadora ou politeísta, e ninguém casa com ela senão um fornicador* ou politeísta, e isso [i.e. casamento com este tipo de pessoas] foi feito ilícito para os crentes." (24:3)



*Nota: Incluído nesta regra está também o adúltero. Este tipo de pessoas não podem ser casadas com crentes a não ser que se arrependam e se reformem.



Ou seja, o que eu quero concluir com esta informação é que os casamentos feitos entre muçulmanos e cristãs ou judias ultimamente tem levado um rumo contra os ensinamentos do próprio Islam. Porque o muçulmano em geral, nesta fase de ignorância na religião, até entre a comunidade muçulmana, não quer saber do carácter da sua futura esposa não-muçulmana e depois arrepende-se; e a esposa não-muçulmana arrepende-se também porque devia ter pesquisado sobre a religião do seu marido antes de casar e devia ter-se inteirado das regras e condições de um casamento com um muçulmano e também dos direitos que tem sobre o seu marido (e isto também se aplica em alguns casos de convertidas que se casam antes de ter o conhecimento total sobre casamento no Islam).





Os Conselhos



Antes de casar com um muçulmano, a mulher muçulmana (se não tiver mahram para tratar do casamento por ela), cristã ou judia deve:





Primeiro de tudo, saber das intenções do pretendente e saber se ele se quer casar de facto ou quer só "brincar". Infelizmente, e não só na comunidade muçulmana, existem homens que não gostam de compromissos e podem enganar muitas mulheres. Por isso, a mulher tem que ser séria neste ponto e ver se ele fala a verdade ou é só "promessas bonitas" que depois acabam num espaço de um mês. Trate do caso com profissionalismo e deixe as emoções de lado por um tempo.

Pesquisar sobre a religião do pretendente e inteirar-se daquilo que ele acredita. NÃO se deve iludir com a atitude "relaxada" que ele apresenta para com a sua religião. Em muitos casos, o muçulmano muda muito depois de se casar e começa a pensar mais na sua religião por causa das responsabilidades que ganha depois do casamento. Esta mudança pode torná-lo mais consciente da sua identidade ou não, mas vale mais estar preparada do que tentar remediar depois.

Saber que no Islam, a religião dos futuros filhos tem que ser o Islam e que ela não tem escolha nisto. Algo muito importante que é muitas vezes esquecido e depois vemos histórias aterradoras de mulheres que ficaram sem os filhos e os homens também, etc. Para ser sincera, é dos dois lados. Sei também de muitas histórias de mulheres não-muçulmanas que casaram com muçulmanos de outros países e que elas fugiram com os filhos e os pais nunca mais tiveram contacto com eles porque os filhos nasceram no país das mães. Nada do jogo das coitadinhas que fazem entrevistas para fazer as pessoas ver a sua infelicidade no casamento com um muçulmano porque quem tem culpa são os próprios casais que são ignorantes da religião uns dos outros, incluindo muçulmanos que não entendem a responsabilidade de casar com alguém que não é muçulmana. E também a atitude ignorante de pensar que todos os casamentos inter-culturais/ inter-raciais são canja de galinha - requerem bastante trabalho e entendimento, não é algo fácil.

Sobre o assunto de ficar com os filhos ou não depois de um divórcio, no Islam o direito é dado aos pais que são muçulmanos (homem ou mulher). Ou seja, se o pai for muçulmano e depois se tornar não muçulmano, a mulher tem o direito à custódia dos filhos até porque é automaticamente divorciada dele porque uma muçulmana não pode estar casada com um não-muçulmano. E se o caso for um pai muçulmano, então ele tem direito à custódia dos filhos se se divorciar de uma mulher não-muçulmana, excepto em certos casos (e estes casos têm que ser SEMPRE dirigidos a um sábio islâmico, não interessa a situação - regra de ouro: saibam sempre dos vossos direitos no Islam).



A mulher deve então, depois de saber e pesquisar aquilo que mencionei em cima, chegar a um acordo com o pretendente nos seguintes pontos:





Quando quer ter filhos (passado um ano, dois, três, etc... ou até logo depois de casar). Isto é importante porque em algumas culturas "casamento = filhos". E na sociedade ocidental isso é pouco provável acontecer logo depois do casamento. Por isso, cheguem a um acordo, e a mulher deve fazer questão de adicionar essa condição no seu contracto de casamento islâmico para proteger essa promessa (IMPORTANTÍSSIMO!).

Saber que tem direito a um mahr (dote)* e estipular um preço razoável.

*Nota: Ao contrário do que aparece nas revistas, telenovelas, notícias armadas, etc, o dote não é equivalente ao que uma mulher "vale", é apenas algo dado como presente e como garantia de sustento para ela mesma depois de se casar. Este dote NÃO é para ser usado pelo marido mesmo que seja para coisas da casa ou para pagar a celebração do casamento. O dote é para a mulher só e ela gasta como lhe bem entender. Se ela quiser pagar seja o que for para a casa ou casamento, então que o faça, mas ninguém pode usar o dinheiro dela sem a sua permissão e isto aplica-se também se ela trabalhar.



Outro termo importante é se o pretendente concorda que ela trabalhe ou não. Se quiser trabalhar e ele concordar com a sua decisão, faça favor de pôr isso no contracto também.

Chegar a um acordo sobre onde viver (cidade diferente, outro país, etc).

Saber que não tem que viver com a família dele! Algo muito apresentado nos mídia e que por vezes acontece muito nos países maioritariamente muçulmanos. Mas os mídia só não apresentam a regra islâmica sobre este assunto... A mulher tem o direito de ter a sua própria casa, não é obrigada a servir os seus sogros (mas é bom fazê-lo em termos de respeito como ajudar na cozinha quando é visita, etc), não é obrigada a seguir ordens dos seus sogros, nem coisas do género. A mulher só tem obrigações para com o seu marido. Por isso, estipule no contracto se quer uma casa para si ou não (e aconselho a que estipule que sim. Sogra é sogra, não interessa de que religião, côr ou cultura for).

Estar consciente que em algumas culturas, especialmente culturas africanas, a família é muito unida e por vezes isso se pode tornar como uma "invasão de espaço" para quem não está habituado. Estipule o número de visitas por semana, discuta sobre isso com o pretendente e saiba se é costume na família passar noites em casa uns dos outros, etc.

De resto, tem que estipular quaisquer condições no contracto que veja que são importantes no seu casamento, desde que estas condições não entrem em conflito com os ensinamentos islâmicos, saiba se as condições são permitidas com o sheikh que fizer o vosso contracto e, para ficar do lado seguro, pesquise também na Internet e pergunte a sheikhs online. (Recomendo o website www.islamqa.com. Todos os websites de veredictos islâmicos são pelo menos em inglês para a maior parte das pessoas entenderem. Este website tem opção de várias línguas se as entender melhor. Ainda não tem em português.)



Estes são os conselhos que me consegui lembrar até agora. Se alguém quiser saber mais, deixe comentário , o texto foi extraido do bloghttp://islamemportugues.blogspot.com/




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6 de janeiro de 2012

Hora do Pesadelo - Parte 1


Quando ousei contemplar aquelas montanhas  nao imaginava o poder de atraçao que elas exerciam sobre seus admiradores. E quanto mais eu
me aproximava mais elas me atraiam para si, ate  me encontrar num ponto que nao tinha mais volta. A exuberancia daqueles vales foi estrategicamente escolhido para servir de prisão. Quando dei por mim, estava diante dos soldados com suas armas de batalha. Estava em território inimigo e de acordo com o sistema eu era inimiga  Já não havia mais nada a fazer, a partir daquele momento eu era uma prisioneira de guerra. Sem entender nada  fui levada para uma instalaçao onde  havia  outras pessoas inclusive da minha família. E na primeira e arriscada  oportunidade perguntei do que se tratava aquela situaçao, apenas me foi dito que já levavam mais de 6 meses ali e que estavam a espera de um possivel acordo entre instituiçoes governamentais para serem libertados, e que antes já tentaram sem sucesso a fuga, sendo duramente castigados sob pena de morte se ocorresse mais uma vez. Um sentimento  de desespero supremo de angústia que atravessava a alma. Já sentia o cheiro da minha própria morte embora houvesse la no fundo uma esperança minima de tentar fazer-lhes entender que eu partilhava da mesma fé. Mas seria inútil qualquer tentativa de comunicaçao. Já não havia mais tempo, nossos algozes nos puseram no jipe e nos levavam para um lugar desconhecido que bem sabíamos qual seria o desfecho, nesse exato momento  faltava-me o ar. Contorcia-me para retomar meu equilibrio e foi dai que acordei do MALDITO PESADELO!  Quase morri sufocada . Dava um bom argumento para filme de suspense
Mas isso ai foi um dos pesadelos que eu tenho tido desde que voltei aos antibioticos esta semana. O pesadelo de ontem foi pior, acordei com os cabelos todos molhados, me sentei na cozinha e rezava a Deus para nao me deixar dormir novamente. Seguem cenas do proximo capitulo. Ah, e de acordo com a bula, o remedio causa alucinaçoes. Ta explicado ne? Como eu sofro!

4 de janeiro de 2012

Desonrada



Relata a vida de  Mukhtar Mai, uma paquistanesa que se transformou em símbolo da luta feminina.  De acordo com  livro, Mukhtar Mai foi até o conselho da aldeia onde nasceu e viveu até então para pedir clemência por seu irmão, um menino de 12 anos que estava sendo julgado por supostamente ter se envolvido com uma menina de um clã superior.A punição determinada pelo chefe do tal clã superior foi o estupro coletivo de  Mukhtar Mai em um chão de terra batida, por  inúmeros homens, um após o outro. Não costumo opinar sobre fatos ou costumes culturais, pois acho de uma prepotência sem limites quem julga os costumes e tradições alheios como selvagens, atrasados ou coisa similar, mas independente de cultura ou de tradição, a violência contra a mulher, ou contra qualquer ser, jamais pode ser admitida e é sempre absurda, selvagem e inaceitável.
Por mais absurdo que pareça, esse não é um caso isolado e agressões desse tipo vêm acontecendo todos os dias, ano após ano, em diversas partes do mundo.
O  fato de   uma vítima de um crime tão bárbaro ter a coragem de expor sua dor diante do mundo inteiro para denunciar a forma como a mulher é tratada em seu país é de uma relevância muito grande, pois foi com esse relato que se iniciou um movimento para contestar e rever hábitos profundamente arraigados na sociedade paquistanesa.
Um livro que causa revolta, que conscientiza , que alerta e que faz brotar, pela indignação, a vontade de fazer algo, por menor que seja, para barrar qualquer ato que venha a violar a dignidade humana. 
Quem quiser ler esse livro é só me enviar um e-mail que envio o PDF, certo?

1 de janeiro de 2012

Re - Começar

Sinto dentro de mim uma profunda gratidão à Deus por tudo que me concedeu até aqui onde me encontro. De tudo, as experiencias impares de estar mais pertinho Dele, quer dentro de uma Instituiçao Religiosa, quer dentro de uma nova religião abrangente, gigante, completa. Gratidão pelo marido excepcional, pela vida modesta, simples, feliz. Vontade imensa de agrada-lO sempre mais. Vontade imensa de assumir meu hijab, ainda falta-me primeiramente coragem. Mas vamos por partes. Um dia eu sei que chego lá. Obrigada meu Deus pela vida! Que venha mais um ano. InshAllah.

HAPPY NEW YEAR