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30 de setembro de 2011

Muçulmanos na Europa

27 de setembro de 2011

Mr. Gohar

26 de setembro de 2011

Wagner Moura: "Nao falo a Revista Veja"

Wagner declarou, sem meias palavras, que não dá entrevistas à “Veja”, por considerá-la “uma revista de extrema direita brasileira”.




“A linha editorial da revista Veja, uma revista de extrema direita brasileira. Eu me lembro claramente de uma capa da revista Veja que me indignou profundamente, sobre o desarmamento, que dizia assim: “Dez motivos para você votar ‘Não’ “. Eu me lembro claramente da revista Veja elogiando Tropa de Elite pelos motivos mais equivocados do mundo. E semana sim, semana não está sacaneando colga nosso: Fábio Assunção, Reynaldo Gianecchini, de uma forma escrota, arrogante, violenta. Outro motivo é que na revista Veja escreve Diogo Mainardi! Eu não posso compactuar com uma revista dessas, entendeu? Conservadora, elitista. Então, não falo com a revista Veja, assim como não falo para a revista Caras. Agora, a mídia é um negócio complexo, importante. A imprensa brasileira, nessa episódio agora do Congresso, cumpre um papel sensacional. Achei ótimo o fim dessa lei de imprensa, careta, antiga. Acho que a imprensa tem que se sentir livre e trabalhar e quem se sentir agredido por ela entra em juízo e processa”.



Pegando carona na metáfora usada pelo ator em outro trecho da entrevista: "muita gente ainda não tomou a pílula nem despertou para o deserto do real – são os que ainda estão conectados à Matrix. Felizmente, é uma espécie cada vez menos numerosa".





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25 de setembro de 2011

Parabens para mim


Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para a frente, uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti de quem eu fujo. A Ti das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, Tua voz me pudesse chamar. Sobre esses altares estão gravadas em fogo palavra s: "Ao Deus desconhecido". Tua , sou eu, embora até o presente tenho me associado aos sagrilégios. Tua, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo. Mesmo querendo fugir, sintos-me forçado a servir-Te.eu quero Te conhecer, desconhecido. Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida. Tu, o incompreensível, mas meu semelhante, quero te conhecer, quero servir só a Ti.
Deus abenoe os meus dias,,,





23 de setembro de 2011

Suicidio virtual

Por vezes seguimos algum blog (digo blog, mas tb pode ser orkut, twitter qq coisa virtual), temos simpatia pelo autor (a) tanto que ate o consideramos do circulo de amizade mas acontece que de repente,   voce vai acesar alguma postagem e tan tan tan tan da de cara com a frase ESTE BLOG FOI EXCLUIDO. Pois e minha amiga, o famoso suicidio virtual,  a pessoa some, desaparece, evapora da face da terra, sem da um aviso previo, simples assim.

E você? Já cometeu algum "Orkuticídio"? Conhece alguém que tenha cometido? O que acha que leva uma pessoa a fazer isso? Você participa ativamente de quantas redes sociais? Acha que um dia vai desistir delas também? Deixe aqui seu comentário! Ainda há muito que debater sobre este tema.



21 de setembro de 2011

Alguem ai ja teve DPA (Depressao pre aniversario)?

Alguém ai já teve DPA (depressão pré aniversário)? Pq a gente sente isso? Pq tod ano é igual..?


Domingo e meu niver... ate agora eu tava bem... mas agora os sintomas da DPA tão aparecendo...



vontade de chorar, solidão, vazio... como se eu nao tivesse feito/construido nada de bom na vida

19 de setembro de 2011

Conselho antes de casar com um homem muçulmano. Top + de 2011





Conselho muito necessário especialmente para mulheres que não são muçulmanas e que estão a pensar em casar com um muçulmano (algumas muçulmanas precisam dos conselhos também).







Informação antes dos Conselhos



Um muçulmano pode casar com cristãs, judias e muçulmanas. Mas não é uma cristã ou judia qualquer (e também não uma muçulmana qualquer). No caso de excepção, para ele se casar com uma cristã ou judia, a sua futura esposa tem que ser praticante da sua própria religião, não deve ter dúvidas sobre se Deus existe ou não, não deve usar roupas que revelam muito do seu corpo (ou seja, têm que respeitar a Tora ou o Evangelho no que toca a roupa), não deve cometer actos imorais que vão contra as Escrituras da religião dela, etc.



Isto é porque no Alcorão consta:







"E [permitidas para casar são] mulheres castas dentre os crentes e mulheres castas dentre aqueles a quem foi revelada a Escritura antes de vós quando lhes oferecerem a sua devida compensação [i.e. dote], desejando castidade, não relações sexuais ilícitas ou tendo amantes [secretos]. E quem negar a fé - o seu trabalho tornar-se-á sem valor, e ele, na Próxima Vida, estará entre os perdedores." (5:5)



Muitas pessoas distorcem os versos sobre casamento no Alcorão alegando que os homens só podem casar com virgens e que o Alcorão encoraja isso. Não é verdade. O Alcorão encoraja sim os homens a casar com "mulheres castas", ou seja, que não tenham relações fora do casamento ou que sejam promíscuas. Estas podem ser virgens, divorciadas ou viúvas. E este requerimento é tanto para muçulmanas como para cristãs e judias. E não é só para o caso das mulheres. As muçulmanas também devem só casar com homens castos muçulmanos (Leia aqui sobre as muçulmanas só poderem casar com muçulmanos) como é apresentado no verso seguinte:





"O fornicador não casa excepto com uma fornicadora ou politeísta, e ninguém casa com ela senão um fornicador* ou politeísta, e isso [i.e. casamento com este tipo de pessoas] foi feito ilícito para os crentes." (24:3)



*Nota: Incluído nesta regra está também o adúltero. Este tipo de pessoas não podem ser casadas com crentes a não ser que se arrependam e se reformem.



Ou seja, o que eu quero concluir com esta informação é que os casamentos feitos entre muçulmanos e cristãs ou judias ultimamente tem levado um rumo contra os ensinamentos do próprio Islam. Porque o muçulmano em geral, nesta fase de ignorância na religião, até entre a comunidade muçulmana, não quer saber do carácter da sua futura esposa não-muçulmana e depois arrepende-se; e a esposa não-muçulmana arrepende-se também porque devia ter pesquisado sobre a religião do seu marido antes de casar e devia ter-se inteirado das regras e condições de um casamento com um muçulmano e também dos direitos que tem sobre o seu marido (e isto também se aplica em alguns casos de convertidas que se casam antes de ter o conhecimento total sobre casamento no Islam).





Os Conselhos



Antes de casar com um muçulmano, a mulher muçulmana (se não tiver mahram para tratar do casamento por ela), cristã ou judia deve:





Primeiro de tudo, saber das intenções do pretendente e saber se ele se quer casar de facto ou quer só "brincar". Infelizmente, e não só na comunidade muçulmana, existem homens que não gostam de compromissos e podem enganar muitas mulheres. Por isso, a mulher tem que ser séria neste ponto e ver se ele fala a verdade ou é só "promessas bonitas" que depois acabam num espaço de um mês. Trate do caso com profissionalismo e deixe as emoções de lado por um tempo.

Pesquisar sobre a religião do pretendente e inteirar-se daquilo que ele acredita. NÃO se deve iludir com a atitude "relaxada" que ele apresenta para com a sua religião. Em muitos casos, o muçulmano muda muito depois de se casar e começa a pensar mais na sua religião por causa das responsabilidades que ganha depois do casamento. Esta mudança pode torná-lo mais consciente da sua identidade ou não, mas vale mais estar preparada do que tentar remediar depois.

Saber que no Islam, a religião dos futuros filhos tem que ser o Islam e que ela não tem escolha nisto. Algo muito importante que é muitas vezes esquecido e depois vemos histórias aterradoras de mulheres que ficaram sem os filhos e os homens também, etc. Para ser sincera, é dos dois lados. Sei também de muitas histórias de mulheres não-muçulmanas que casaram com muçulmanos de outros países e que elas fugiram com os filhos e os pais nunca mais tiveram contacto com eles porque os filhos nasceram no país das mães. Nada do jogo das coitadinhas que fazem entrevistas para fazer as pessoas ver a sua infelicidade no casamento com um muçulmano porque quem tem culpa são os próprios casais que são ignorantes da religião uns dos outros, incluindo muçulmanos que não entendem a responsabilidade de casar com alguém que não é muçulmana. E também a atitude ignorante de pensar que todos os casamentos inter-culturais/ inter-raciais são canja de galinha - requerem bastante trabalho e entendimento, não é algo fácil.

Sobre o assunto de ficar com os filhos ou não depois de um divórcio, no Islam o direito é dado aos pais que são muçulmanos (homem ou mulher). Ou seja, se o pai for muçulmano e depois se tornar não muçulmano, a mulher tem o direito à custódia dos filhos até porque é automaticamente divorciada dele porque uma muçulmana não pode estar casada com um não-muçulmano. E se o caso for um pai muçulmano, então ele tem direito à custódia dos filhos se se divorciar de uma mulher não-muçulmana, excepto em certos casos (e estes casos têm que ser SEMPRE dirigidos a um sábio islâmico, não interessa a situação - regra de ouro: saibam sempre dos vossos direitos no Islam).



A mulher deve então, depois de saber e pesquisar aquilo que mencionei em cima, chegar a um acordo com o pretendente nos seguintes pontos:





Quando quer ter filhos (passado um ano, dois, três, etc... ou até logo depois de casar). Isto é importante porque em algumas culturas "casamento = filhos". E na sociedade ocidental isso é pouco provável acontecer logo depois do casamento. Por isso, cheguem a um acordo, e a mulher deve fazer questão de adicionar essa condição no seu contracto de casamento islâmico para proteger essa promessa (IMPORTANTÍSSIMO!).

Saber que tem direito a um mahr (dote)* e estipular um preço razoável.

*Nota: Ao contrário do que aparece nas revistas, telenovelas, notícias armadas, etc, o dote não é equivalente ao que uma mulher "vale", é apenas algo dado como presente e como garantia de sustento para ela mesma depois de se casar. Este dote NÃO é para ser usado pelo marido mesmo que seja para coisas da casa ou para pagar a celebração do casamento. O dote é para a mulher só e ela gasta como lhe bem entender. Se ela quiser pagar seja o que for para a casa ou casamento, então que o faça, mas ninguém pode usar o dinheiro dela sem a sua permissão e isto aplica-se também se ela trabalhar.



Outro termo importante é se o pretendente concorda que ela trabalhe ou não. Se quiser trabalhar e ele concordar com a sua decisão, faça favor de pôr isso no contracto também.

Chegar a um acordo sobre onde viver (cidade diferente, outro país, etc).

Saber que não tem que viver com a família dele! Algo muito apresentado nos mídia e que por vezes acontece muito nos países maioritariamente muçulmanos. Mas os mídia só não apresentam a regra islâmica sobre este assunto... A mulher tem o direito de ter a sua própria casa, não é obrigada a servir os seus sogros (mas é bom fazê-lo em termos de respeito como ajudar na cozinha quando é visita, etc), não é obrigada a seguir ordens dos seus sogros, nem coisas do género. A mulher só tem obrigações para com o seu marido. Por isso, estipule no contracto se quer uma casa para si ou não (e aconselho a que estipule que sim. Sogra é sogra, não interessa de que religião, côr ou cultura for).

Estar consciente que em algumas culturas, especialmente culturas africanas, a família é muito unida e por vezes isso se pode tornar como uma "invasão de espaço" para quem não está habituado. Estipule o número de visitas por semana, discuta sobre isso com o pretendente e saiba se é costume na família passar noites em casa uns dos outros, etc.

De resto, tem que estipular quaisquer condições no contracto que veja que são importantes no seu casamento, desde que estas condições não entrem em conflito com os ensinamentos islâmicos, saiba se as condições são permitidas com o sheikh que fizer o vosso contracto e, para ficar do lado seguro, pesquise também na Internet e pergunte a sheikhs online. (Recomendo o website www.islamqa.com. Todos os websites de veredictos islâmicos são pelo menos em inglês para a maior parte das pessoas entenderem. Este website tem opção de várias línguas se as entender melhor. Ainda não tem em português.)



Estes são os conselhos que me consegui lembrar até agora. Se alguém quiser saber mais, deixe comentário , o texto foi extraido do blog http://islamemportugues.blogspot.com/




17 de setembro de 2011

Desejo profundamente que...

Por isso que amo Raul Seixas

Vide critica sob a MPB

Carteira de motorista / Carta de condução

Tem 2 anos que tirei minha carteira mas nunca dirigi sozinha, de vez em quando la vou eu pegar umas aulas pra nao perder a pratica. Aniversario chegando e habib vai me dar um carro de presente. Dai que tive aula hoje


joguei meus 20 euros no lixo, aquele véi num ensina nada de jeito. Conclui que os melhores instrutores do mundo tao la no Brasil. PRONTO! FALEI

15 de setembro de 2011

Eis que veio a Benção

A Providência de Deus sempre me ampara...

14 de setembro de 2011

Preciso de um favor!

 Sinto uma forte sensaçao de abafamento, insegurança,  uma emoçao que parece   preceder algo,  estou sentindo angustiada e muito! Amanha eu imploro a  Deus que a bençao bata em minha porta ao invez da desgraça. Coraçao ta angustiado. Preciso de um favor de quem ler este post: peçam a Deus por mim.

11 de setembro de 2011

11 Setembro reflexoes

‎11 de setembro: nossas lágrimas pelos mortos nos EUA deveriam se estender às vítimas da agressão usamericana ao Iraque e ao Afeganistão


Neste 11 de setembro, nossas lágrimas devem recordar também os milhões de muçulmanos pacíficos vítimas de preconceito por seguirem o Islã.



Jamais haverá paz como mero equilíbrio de armas, e sim como fruto da justiça
 
FREI BETO

Procurando meu estilo

Aproveitando a deixa de um debate do blog Pakmixbrazil, falo sobre minhas conclusoes.
Depois que virei esposa de paquistanes  ando a procura de um novo estilo, vou experimentando uma coisa aqui outra ali e ja to quase chegando onde quero. Ultimamente encontrei as shirtdress com skinnies que dao um ar mais moderninho e que amooo de paixao.


As shirtdress sao as  nossas caamisetes longas, vestem absurdamente bem, e ate eu que sou baixinha , fico bem. E me joguei nos saldos desde ano eram tantas variedades e tao baratas tipo 7 euros que num pude me conter claro que procuro ser bem criteriosa nas escolhas ate mesmo por que quando temos pouca estatura assim é mais restritivo num pode isso  num pode aquilo uma verdadeira tristeza,.

 Eis minhas peças eleitas:
shirtdress
Com as skinnies


e agora com as sabrinas que me encantam

E sao basicamente essas minhas peças eleitas ultimamente. Que eu gosto,que me ficam bem e sao confortaveis.














Selinho

Muito agradecida a querida Cris Freitas do blog: http://brasilegito.blogspot.com/ e a querida Daania do blog: http://maktub-waswritten.blogspot.com/
que me presentearam  com o lindo selinho.Segue abaixo as regras para participar e ganhar o seu.






1. Exibir a imagem do selinho no seu blog.

2. Postar o link do blog que te indicou.

3. Indicar 10 blogs para receberem.

4. Avisar aos escolhidos.

1. Scarpin de Onça 2.Patricinha Esperta
3. Blog da Beleza
4.Maktub...Estava escrito
5.Ka.entre.nós
6. Clube da Franzinha
7.Marcmel
8. Mistura nada fina
9.eastandwestrecipes
10.Mari aventuras no Tirol











10 de setembro de 2011

Cada vez mais brasileiros se tornam muçulmanos






A comerciante paulistana Alexsandra, 33, converteu-se aos 20

Nos países do mundo árabe, é fácil saber para que lado está Meca: é para onde se vira a maioria islâmica durante as cinco orações diárias, que, aliás, muitas vezes são anunciadas em espaços públicos. Em São Paulo, às vezes é difícil até saber de que lado se pega o ônibus certo. Então a relativamente pequena, mas significativamente crescente comunidade islâmica às vezes precisa improvisar. “Tem gente que se guia pelo mapa do Google, tem gente que se guia pela bússola”, conta Alexsandra Alves de Brito, 33, convertida ao islamismo desde os 20.



O número de brasileiros que, como Alexsandra, decidiu ser muçulmano, cresceu 25% na última década. Em algumas comunidades, como a do Rio de Janeiro, 85% dos frequentadores de mesquitas são convertidos. Ou revertidos, como eles preferem. Em Salvador, são 70%.



A imagem de uma religião extremista, sisuda e complicada vem dando lugar a uma mais simpática e atraente à sociedade brasileira. Para Paulo Hilu da Rocha Pinto, autor de “Islã – Religião e Civilização – uma abordagem antropológica”, dois fatores puxam a mudança: a novela O Clone, exibida pela Globo entre 2001 e 2002, e o ataque às Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, em 2001. “Na novela, o Islã chega com um perfil de pessoas alegres, que gostam de festa, devotadas a família. No caso da repercussão do ataque de 11 de Setembro, na América Latina, onde existe uma marca forte de oposição e denúncia a políticas americanas, teve um efeito forte.”



Mulher e machismo

A cabeleireira Pamela Juliana Gomes Pereira, 29, revertida há seis meses, conheceu o Islamismo quando morava na Suíça. Voltou há um ano e meio, e passou a frequentar uma mesquita. “Já vivenciei várias religiões”, diz a cabeleireira, que tem na família espíritas, católicos, umbandistas e evangélicos. Separada, ela tem um filho de 9 anos e sua maior preocupação era como isso seria visto. “Não tem problema nenhum, a mulher não deixa de ter valor por isso. Pode ser que um homem árabe não se interesse por uma mulher como eu, mas pela cultura árabe, não por causa do Islã.” Ela afirma que enfrenta preconceitos que ligam o Islã ao machismo. “Eles acham que há submissão aos homens, que vou apanhar do marido”, desabafa.



Embora o islamismo ainda seja visto de mãos dadas com a cultura árabe, os laços começam a afrouxar. “Para os convertidos, a cultura árabe e o Islã são coisas bem diferentes”, diz Paulo.



A comerciante Alexsandra foi atraída para o Islã exatamente pela perspectiva feminina. “O que me chamou a atenção foi a valorização da mulher. Na sociedade brasileira, a mulher é muito vulgarizada, tem que atrair os homens. No Islã, a mulher tem que ser recatada, bem educada. Até falar baixo faz parte dos costumes”, diz Alexsandra. Convertida há 13 anos, casou com um muçulmano e tem dois filhos, de 13 e 5 anos. “Meus filhos já nasceram muçulmanos”, conta. Antes ela era protestante, da igreja Assembleia de Deus


A professora Priscilla, convertida há quatro anos, continua pintando os cabelos – que às vezes ficam sob o véu


Dia a dia

Neste ano, Pamela viveu seu primeiro Ramadã, mês em que o fiel deve fazer jejum da alvorada ao pôr do sol. “Não foi fácil. Como minha família não é muçulmana, tive que cozinhar sem colocar comida na boca”, conta. “Minha mãe é evangélica, achou absurdo ficar sem comer. Meu filho compreendeu melhor.



Alexsandra adaptou sua rotina de orações à vida profissional. “Se você trabalha num local onde não é possível praticar a oração, você faz três vezes, por exemplo. Quem pode, faz as cinco. Nada que te prejudique na sua vida pessoal”, diz a comerciante.



Na mesquita que ela frequenta, em São Paulo, a maioria é de muçulmanos de origem libanesa. “Os sermões e as orações são em árabe, com tradutor. Mas é bom praticar no seu idioma. Tem que saber o que está falando”, diz. Em comunidades com muitos convertidos, há orações e aulas sobre Islã diretamente em português.



A professora Priscilla Pavan Manso, 28 anos, converteu-se há 4 anos. Desde os 12 anos ela pinta os cabelos, e não deixou de fazê-lo depois da conversão. “Como brasileira, eu falo alto. Na cultura árabe, mulher tem que falar baixo, mas religião não se confunde com personalidade”, afirma Priscilla. “Tenho amigos muçulmanos que saem comigo para passear, jantar, ir no shopping. Eu não mudei.”



Apesar de não beber e não comer carne de porco, ela não deixa de sair com os amigos de antes da conversão. “A religião não pode te afastar das pessoas. Meu noivo não é muçulmano, e eu o conheci concomitantemente com a religião. Ele respeita e concordou em noivar comigo diante do sheik, mesmo sendo católico.”



Mas como acontece com quase todo convertido, é preciso lidar com preconceitos. “As pessoas fazem piadinhas: dizem que sou mulher-bomba, que eu vou apanhar de marido, ser a quarta mulher do meu esposo. Mas se fosse uma religião opressora, eu não conseguiria tocar minha vida.”

Roupas

Priscila também prefere não usar o véu diariamente. “Quando apareci com o véu em casa, minha mãe quase arrancou. Meu sheik diz que é quando eu sentir que meu coração está preparado. Uso a bata e os véus na hora das orações”, diz.



Como Priscila, Pamela também evita a discriminação da família e das clientes usando o hijab – o véu muçulmano – apenas na mesquita. Em seu primeiro ano seguindo as novas regras, ela ainda teme o verão: as roupas, que já eram discretas, passaram a cobrir o corpo um pouquinho mais. “Eu fico pedindo a Deus que me dê força para aguentar calor nesse verão. Até agora, foi tranquilo.”



Já Alexsandra transformou a adaptação em negócio – vende hijabs, está importando a abaya, vestido típico para o dia a dia, e deve trazer em breve “burquínis”, para praia e piscina. “As mulheres não usavam aqui por não achar, mas agora está mais fácil”, diz.



A forma de cobrir o corpo e os cabelos não é determinada pelo Alcorão, livro sagrado do Islã. No dia a dia, Alexsandra é prática: usa jeans, saias e blusas de manga comprida, como camisas. “Apesar das muçulmanas terem suas vestes estereotipadas, o Islã não determinou um corte, um estilo ou uma cor específica. Desde que a mulher cumpra a lei alcorânica, qualquer coisa é válida”, afirma a tradutora Marcela Tieppo, 20 anos, que mantém desde 2009 o blog A Mulher no Islam.



Quando foi tirar a foto 3×4, para o RG, o funcionário disse que Alexsandra não podia usar o lenço. “Eu perguntei se as freiras tiravam, e acabaram permitindo”, lembra. “Hoje já se adota a prática de levar um certificado de que você realmente é muçulmano. As pessoas às vezes olham torto e hostilizam. Mas isso acontece com qualquer um que seja diferente.”


Publicado originalmente por Verônica Mambrini em Delas





4 de setembro de 2011

Um ano de casados!


Amanha comemoramos 1 ano de casados. Casamento na mesquita por que o do civil demorou mais uns 6 meses. O tempo voa, parece que foi ontem. Foi a melhor decisao que ja tomei, nao me arrependo nada nada nada. Amo meu marido cada vez mais , é certo que a vida de casada é beeeem diferente da de solteira, muito melhor, super indico.
 E estamos so no começo, falta tanta coisa pra batalhar mas se o ritmo se manter chegaremos la. Ainda nao decidimos a forma como celebraremos mas independente disto sera muito especial para nos. Deus abençoe nosso amor e o amor de todos os leitores deste blog.







3 de setembro de 2011

Na saúde e na doença

Então que ontem foi dia de acompanhar o marido ao dentista, sim ele é meio exagerado (para não dizer exagerado e meio), e o que era pra ser uma simples extraçao feita em 20 minutos demorou mais de uma hora. A coisa foi ficando complicada. A anestesia nao fazia efeito, teve que ser aplicada 3 vezes. E eu ali apesar de estar com a mao toda dolorida dele apertar kkkkk,  tava preocupada por que vi que a 
doutora tava tendo dificuldades em terminar aquilo, depois de arrancar duas raizes do dente ela descobriu que havia uma outra raiz e que tava dficil de tirar, no entanto entra na sala a chefe (brasileira)  para verificar se estava tudo bem, afinal a clinica ja tava vazia e passava da hora de fechar  e entao sugeriu que usasse um instrumeto menor e mais fino e que resultou mais uns cinco minutinhos e tava terminado. Graças a Deus, por que eu no meu fantastico mundo de Bob (lembram deste desenho) ja andava a imaginar ambulancias, hospitais, internamentos ahloka. Ela deu as instruçoes e receitou um antiinflamatorio marcou nova consulta para proxima semana. A seguir ele foi para o trabalho e eu procurar uma farmacia e para o meu azar nao havia nenhuma de plantao aqui por perto, mas finalmente encontrei uma comprei o remedio e voltamos para casa. Ainda sangrava do dente, mas dai dei uma de enfermeira e foi diminuindo ate parar. Hoje  pela manha ja nao sangrava, nem doia, nem tava inchado. A medicaçao termina em 3 dias. Agora é esperar pelo segundo round, por que tem outro dente na mesma situaçao e o tratamento so começou agora....