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29 de junho de 2011

Blog em viagem!

Vou ali no Brasil e ja volto!
Assim que der apareço por aqui.
Bjs.

Anonimos do Blogger

Para a gentallha anonima que so difama e nao tem coragem de dar a cara por aquilo que escreve, no blog alheio, inclusive no meu, tenho um recadinho basico: vao a pqp!!! Com certeza sao gente mal amada que so conhece o  prazer difamando a vida dos outros. Façam alguma coisa util na vida bando de palhaços(as)! Pronto, falei!

27 de junho de 2011

Mais respeito com a Biblia por favor!

As vezes sou  severamente repreendida por meu marido, por que eu estou sempre deixando a minha Biblia em qualquer lugar. Ele detesta! Diz que nao e um livro qualquer e por isso nao pode ficar em um lugar qualquer. Agora eu ja nao deixo, aprendi a liçao. Lindo nao e gente? Eu amooo hehhe.

26 de junho de 2011

Brasileiros muçulmanos I

 Jade Abdul Ghani Gregório, ou como é mais conhecido, JADEL GREGÓRIO, é um dos principais atletas olímpicos do Brasil. Recordista brasileiro e sul-americano no salto triplo, Jadel reverteu-se ao Islam em 2005. 
Uma liçao de vida.

” Eu nasci pobre. Fui criado sem pai. Fui pedreiro. Fui sorveteiro. Eu andava na rua e as pessoas mudavam de calçada. Eu me converti ao islamismo num país católico. Escolhi o salto triplo na terra do futebol.Eu podia ter desistido. Pare de arrumar desculpas."

Jadel Gregório

24 de junho de 2011

Sai pra la coisa ruim

Ai gente eu tenho um problema muito serio toda vez que eu vou visitar a minha familia. Um problema que se chama ex namorado. Foi meu primeiro namorado ha uns anos atras. O cara nao se toca, e grudento. Se eu estou em barzinho com a familia, la vem ele sentar na mesa sem ser convidado. Se eu to a falar com alguma amiga, la vem ele outra vez. Se eu resolvo sair de cena, vai la ele na casa da minha mae, sim na casa da minha mae. Sai perguntando toda a gente se sabem onde eu estou para ir me infernizar. Com aquela velha historia: eu te amo, nunca te esqueci, se vc quiser eu deixo tudo pra ficar com voce. (Achas mesmo que eu quero Jose?) Ja falei, ja disse que nao quero ele por  perto de mim. Mas nao adianta. Para piorar o cara
e casado, tem filhos e claro, a mulher (ex amiga)  me odeia! Na ultima vez que eu estive la senti medo dele. Juro! Foi muito dificil pra mim por que eu nao sabia mais o que fazer para mante-lo afastado. Habib nao sabe disso se nao me proibia de ir sem ele.   Essa noite sonhei com os dois, (va de retro Satanas, sai coisa ruim). Deus me  ajude. Amem.

23 de junho de 2011

Viajar sozinha

Desta vez vou sozinha ao Brasil, habib nao pode ir por causa do trabalho.
Nao e a primeira vez que faço uma viagem intercontinental so. Para quem assim como eu vai viajar sozinha vai ai umas dicas :      ■Deixar com familiares os contatos do hotel e/ou consulados.

■Levar kit de primeiros socorros e medicamentos básicos.

■Andar com o mínimo de dinheiro e com fotocópias dos documentos.

■Não confiar em estranhos e estar atento a eventuais perseguições.

■Não deixar as bebidas abandonadas e depois voltar a beber, caso haja algum desconhecido por perto.

■Não abandonar nunca os objectos pessoais.

■Levar livros e música na mochila para se sentir alguma companhia.

Caso conheça outras dicas para viajar sozinha, que considere importantes, poderá deixar um comentário a informar.



18 de junho de 2011

Encontrei meu equilibrio

Daqui a pouco chego de ferias no Brasil e eu sei que  todos irao notar as mudanças significativas que adotei na minha vida, nada de decotes, nada de saias, nem shorts, blusas sem mangas, nada disso! Agora me verao  sempre de calças, com batas um pouco mais compridas que meu quadril, roupas discretas  e por ai vai. A Neidinha aqui tambem esta fora de bares, das rodas de cervejas por que alem de prejudicar a minha rica saude,  afeta a minha alma!  (praticamente uma muçulmana heheh). Isso tudo sao mudanças necessarias para quem tem um muçulmano (paquistanes?) na vida. Muitas coisas tem que mudar e vai começar por ai. No meu caso, eu aceitei de boa o que ele me pediu. E hoje,  eu sinto que estou muito melhor assim, meu Deus e como estou. E ja nao me vejo de maneira diferente. Posso dizer que encontrei o meu equilibrio na vida.  E voce, tambem ja sofreu alguma mudança depois que encontrou o teu habib? (desculpe a falta de acentuaçao, mas nao sei que raio se passa com esse pc)

12 de junho de 2011

Descanse em paz!

Hoje faz um ano que meu pai faleceu!
Apesar de quase nao ter tido convivencia, fiquei muito triste.


Carta ao meu pai. "In memoria"

Pai!
Hoje resolvi escrever esta carta, que não vai para o correio, como você sabe e, fisicamente nunca chegará até a ti.
É verdade ao fim de tantos anos resolvo te escrever. É estranho não é?
Mesmo se você pudesse me perguntar porque eu te responderia que eu precisava dizer tudo o que me vai na alma sobre você.
Mas sei que, onde quer que esteja, vais saber desta carta.
Talvez, até esteja neste exato momento a olhar sobre o meu ombro, acompanhando as palavras que escrevo
na tela do computador.
Sabes que, se te visse por ai teria dificuldades em te reconhecer. E você sabe a razão!
Sabe que hoje, conhecço mais ou menos as razões porque nunca estivemos como pai e filha. Também sabes
que já não te condeno.
O que eu não se se você sabe, é que a tua ausência doeu muito em mim. Algumas vezes menos, outras vezes com maior intensidade a dor consumia meu coraçao.
Hoje, do lado que estás, já saberá de tudo o que eu passei, dos riscos que corri, das batalhas que venci, dos verdadeiros motivos quanto as opçoes que tomei, das oportunidades que perdi e dos erros que cometi.
Portanto deves saber também que sempre tive uma pontinha de inveja dos meus amigos terem um pai.
Mas nunca me revoltei com o meu destino, com a minha sina, ou a minha sorte. Por que sempre tive a noçao e nao sei bem por que, era esta a vida que tinha que viver.
Hoje, considero todas as experiências vividas, como uma verdadeira aprendizagem. E sou grata por estar onde estou, de consegui o que ja consegui e só espero ser melhor do que já fui até aqui. Viveste a tua vida, talvez com algum peso na consciência, causado pela negligencia em relaçao a mim. E eu ainda estou a viver a minha, também com os meus segredos e os meus pesos na consciência. Com certeza, nao sao os mesmos que os teus, mas também nao sao mais leves. Quem sabe o que vai no meu coraçao sou eu e agora talvez você também. Agora olhando para esta filha como nunca pudeste fazer. E qual a verdadeira intençao desta carta? Enquanto ia escrendo pensava comigo: Meu pai pela falta da tua presença, dos teus conselhos, das conversas que podíamos ter tido, dos passeios que podíamos ter dado, do apoio, do carinho e do amor que nunca pudeste me dar. Não te culpo. Era assim que devia ser feito. E foi assim que fizeste. E quero que saibas isto, para que possas seguir a tua Luz, para redimires o que tens de remidir ou receberes o que tiveres de receber. Que a Luz Divina te proteja. E até a vista! Mas se quiser ficar para ver o resto do meu caminho, fica. Pois sei que me amas e serás minha proteção.
Quanto ao futuro, quem sabe o que seremos quando voltarmos a nos encontrar.
Da tua filha
  Muito emocionada eu me revi nesta carta escrita e adpatada do blog:http://vitorfaria.bloguepessoal.com




11 de junho de 2011

Essa doeu!

Uma grande amiga (amizade de muitos anos) antes de saber do meu casamento com um muçulmano paquistanes:
-Olha querida vai ser uma alegria te receber. Faço questao de busca-la no aeroporto e nao aceito que fiques em nenhuma outra casa que nao seja a minha!

A mesma grande amiga (amizade de muitos anos) depois de saber do meu casamento com um muçulmano paquistanes:
-Quero te ver claro. Mas acho que nao vou ter muito tempo.


Por que as pessoas sao tao preconceituosas?  Fazem julgamento sem conhecimento de causa. Se fosse uma amizade qualquer eu ja tinha riscado do meu mapa, mas poxa, era uma das grandes amizades q eu  ainda tenho (ou tinha)  no Brasil.
Ainda to digerindo a situaçao.

7 de junho de 2011

ERA UMA VEZ NA AMÉRICA


 ERA UMA VEZ NA AMÉRICA...
Filho: Pai, porque é que tivemos que atacar o Iraque?

Pai: Porque eles tinham armas de destruição em massa,
filho.

F: Mas os inspetores não encontraram nenhuma arma de
destruição em  massa.

P: Isso é porque os iraquianos as esconderam.

F: E porque é que nós invadimos o Iraque?

P: Bom, as invasões funcionam sempre melhor que as
inspeções.

F: Mas depois de os termos invadido, ainda não
encontramos nenhuma arma...

P: Isso porque as armas estão muito bem escondidas.
Mas haveremos de encontrar alguma coisa, provavelmente
antes mesmo das próximas eleições.

F: Para que é que o Iraque queria todas aquelas armas
de destruição massa?

P: Para as usar numa guerra, claro.

F: Estou confuso. Se eles tinham todas essas armas e
planejavam usá-las numa guerra, então porque é que não
usaram nenhuma quando os atacamos?

P: Bem, obviamente não queriam que ninguém soubesse
que eles tinham aquelas armas, por isso eles
escolheram morrer aos milhares em vez de se
defenderem.

F: Isso não faz sentido. Porque é que eles haveriam de
escolher morrer se tinham todas aquelas armas
poderosas
para lutar contra nós?

P: É uma cultura diferente. Não é necessário fazer
sentido.

F: Pai, não sei o que é que você acha, mas não me
parece que eles tivessem quaisquer daquelas armas que
o nosso governo dizia que eles tinham.

P: Bem, não interessa se eles tinham ou não aquelas
armas. De qualquer modo nós tínhamos outra boa razão
para os invadir.

F: E qual era?

P: Mesmo que o Iraque não tivesse armas de destruição
em massa, Saddam Hussein era um cruel ditador, o que
era outra boa razão para invadir um país.

F: Porquê? O que é que um ditador cruel faz para que
seja correto invadir o seu país?

P: Bom, pelo menos uma coisa, ele torturava o seu
próprio povo.

F: Assim como fazem na China?

P: Não compare a China com o Iraque. A China é um bom
parceiro econômico, onde milhões de pessoas trabalham
por salários de miséria, em condições miseráveis, para
tornar as empresas norte-americanas mais ricas.

F: Então, se um país deixa que o seu povo seja
explorado para o lucro das empresas americanas, é um
bom país, mesmo se esse país tortura o povo?

P: Certo.

F: Porque é que o povo no Iraque era torturado?

P: Por crimes políticos, principalmente, como criticar
o governo.  As pessoas que criticavam o governo no
Iraque eram presas e torturadas.

F: Não é isso o que também acontece na china?

P: Já disse, a China é diferente.

F: Qual é a diferença entre a China e o Iraque?

P: Bom, ao menos por uma coisa: o Iraque era governado
pelo partido Baas, enquanto que a China é comunista.

F: Você não tinha dito uma vez que os comunistas eram
maus?

P: Não, só os comunistas cubanos são maus.

F: Porque é que os comunistas cubanos são maus?

P: Porque as pessoas que criticam o governo em Cuba
são presas e torturadas.

F: Como no Iraque?

P: Exatamente.

F: E como na China, também?

P: Já disse, a China é um bom parceiro econômico.
Cuba, por outro lado, não é.

F: Porque é que Cuba não é um bom parceiro econômico?

P: No início dos anos 60, o nosso governo fez umas
leis tornando ilegal o comércio com Cuba, é que eles
deixassem de ser comunistas e começassem a ser
capitalistas como nós.

F: Mas se nós acabássemos com essas leis, abríssemos o
comércio com Cuba, e começássemos a fazer negócios com
eles, isso não ajudaria os cubanos a tornarem-se
capitalistas?

P: Não se faça de esperto!

F: Eu acho que não sou.

P: Bom, de qualquer modo, também não há liberdade de
religião em Cuba.

F: Assim como na China?

P: Já disse, deixa de falar mal da China. De qualquer
maneira, Saddam Hussein chegou ao poder através de um
golpe militar, por isso ele não era realmente um líder
legítimo.

F: O que é um golpe militar?

P: É quando um general toma o poder pela força, em vez
de eleições livres como nós temos nos Estados Unidos.

F: O líder do Paquistão não chegou ao poder através de
um golpe militar?

P: Aah, sim, foi; mas o Paquistão é nosso amigo.

F: Como é que o Paquistão é nosso amigo se o seu líder
é ilegítimo?

P: Eu nunca disse que o general Pervez Musharraf era
ilegítimo.

F: Mas você acabou de dizer que um general que chega
ao poder pela força, derrubando o governo legítimo de
uma nação, é um líder ilegítimo

P: Só Saddam Hussein. Pervez Musharraf é nosso amigo,
porque ele nos ajudou a invadir o Afeganistão.

F: E porque é que nós invadimos o Afeganistão?

P: Por causa do que eles nos fizeram no 11 de
setembro.

F: O que é que o Afeganistão nos fez no 11 de
setembro?

P: Bem, em 11 de Setembro de 2001, dezenove homens,
quinze dos quais da Arábia Saudita, desviaram quatro
aviões e lançaram três contra edifícios, matando mais
de 3.000 norte-americanos.

F: E onde é que o Afeganistão entra nisso tudo?

P: O Afeganistão foi onde esses homens maus foram
treinados, sob o regime opressivo dos Talibãs.

F: Os Talibãs não são aqueles maus radicais islâmicos
que cortam as cabeças e as mãos das pessoas?

P: Sim, são esses. Não só cortavam as cabeças e as
mãos das pessoas, como também oprimiam as mulheres.

F: Mas o governo Bush não deu aos Talibãs mais de USD
40.000.000,00 em maio de 2001?

P: Sim, mas esse dinheiro foi uma recompensa porque
eles fizeram um bom trabalho na luta contra as drogas.

F: Na luta contra as drogas?

P: Sim, os Talibãs ajudaram a impedir as pessoas de
cultivarem papoulas de ópio.

F: Como é que eles fizeram tão bom trabalho?

P: É simples. Se as pessoas fossem apanhadas
cultivando papoulas de ópio, os Talibãs cortavam-lhes
as mãos e as cabeças

F: Então, quando os Talibãs cortavam as cabeças e as
mãos das pessoas que cultivavam flores, isso estava
certo mas não se eles cortavam as cabeças e as mãos
por outras razões?

P: Bom, nós achamos que é certo os radicais
fundamentalistas islâmicos cortarem as mãos das
pessoas por cultivarem flores, mas achamos cruel que
eles cortem as mãos das pessoas por roubarem pão.

F: Mas na Arábia Saudita eles também não cortam as
mãos e as cabeças das pessoas?

P: Isso é diferente. O Afeganistão era governado por
um patriarcado tirânico que oprimia as mulheres e as
obrigava a usar burqas sempre que elas estivessem em
público, e as que não cumprissem tal ordem eram
condenadas à morte por apedrejamento.

F: Mas as mulheres na Arábia Saudita não têm também
que usar burqas em público?

P: Não, as mulheres sauditas simplesmente usam uma
vestimenta islâmica tradicional.

F: Qual é a diferença?

P: A vestimenta islâmica tradicional usada pelas
mulheres sauditas é uma roupa modesta, mas em moda,
que cobre todo o corpo da mulher, exceto os olhos e os
dedos. A burqa das afegãs, por outro lado, é um
instrumento maligno da opressão patriarcal que cobre
todo o corpo da mulher, exceto os olhos e os dedos.

F: Parece-me a mesma coisa com um nome diferente.

P: Você não vai querer comparar o Afeganistão com a
Arábia Saudita. Os sauditas são nossos amigos

F: Mas você não disse que 15 dos 19 piratas do ar do
11 de setembro eram da Arábia Saudita?

P: Sim, mas foram treinados no Afeganistão.

F: Quem é que os treinou?

P: Um homem chamado Osama Bin Laden.

F: Ele era do Afeganistão?

P: Aah, não, ele era também da Arábia Saudita. Mas era
um homem mau, um homem muito mau.

F: Se bem me lembro, ele já tinha sido nosso amigo.

P: Só quando nós o ajudamos e aos mujahadin a repelir
a invasão soviética do Afeganistão, nos anos 80

F: Quem são os soviéticos? Não eram do Império do mal,
comunista, que Ronald Reagan falava?

P: Já não há soviéticos. A União Soviética acabou por
volta de 1990, e agora eles têm eleições e capitalismo
como nós. Agora os chamamos de russos.

F: Então os soviéticos, quero dizer, os russos, agora
são nossos amigos?

P: Mais ou menos. Eles foram nossos amigos durante uns
anos, quando deixaram de ser soviéticos, mas depois
decidiram não nos apoiar na invasão do Iraque, por
isso agora estamos aborrecidos com eles. Também
estamos aborrecidos com os franceses e com os alemães porque
eles também não nos ajudaram a invadir o Iraque.

F: Então os franceses e os alemães também são maus?

P: Não completamente, mas suficientemente maus para
termos mudado o nome das French Fries (batatas fritas)
e das French Toasts (Torradas)para Freedom Fries
(batatas da liberdade) e Freedom Toasts (Torradas da
liberdade).

F: O Iraque não foi um dos nossos amigos nos anos 80?

P: Sim, durante algum tempo.

F: Saddam Hussein não era então o líder do Iraque?

P: Sim, mas nessa altura ele estava em guerra contra o
Irã, o que fazia dele nosso amigo.

F: Porque é que isso fez dele nosso amigo?

P: Porque naquela altura o Irã era nosso inimigo.

F: Isso não foi quando ele lançou gás contra os
curdos?

P: Sim, mas como ele estava em guerra contra o Irã,
nós fazíamos de conta que não víamos, para lhe mostrar
que éramos seus amigos.

F: Então, quem lutar contra um dos nossos inimigos
torna-se automaticamente nosso amigo?

P: A maior parte das vezes sim.

F: E quando alguém luta contra um dos nossos amigos
torna-se automaticamente nosso inimigo?

P: Às vezes isso é verdade. Porém, se as empresas
americanas puderem lucrar vendendo armas para ambos os
lados, ao mesmo tempo, tanto melhor.

F: Porquê?

P: Porque a guerra é boa para a economia, o que
significa que a guerra é boa para a América. Além
disso, já que Deus está do lado da América, quem se
opõe à guerra é um ateu, anti-americano, comunista.
Percebes agora porque é que atacamos o Iraque?

F: Acho que sim. Nós atacamos porque era a vontade de
Deus, certo?

P: Sim.

F: Mas como é que nós sabíamos que Deus queria que
atacássemos o Iraque?

P: Bem, Deus fala pessoalmente com George W. Bush e
lhe diz o que fazer.

F: Então, basicamente, você está dizendo que atacamos
o Iraque porque George W. Bush ouve vozes na cabeça?

P: Isso mesmo! Finalmente você percebeu como o mundo
funciona. Agora fecha os olhos e dorme.

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estraído do site: http://www.direitodefamilia.com.br/Materia.asp?CodMater=172
 

5 de junho de 2011

Meu sábado...

Hora de ouvir....
Hora de comer

Hora de comer mais ainda heheheh. Essa comunidade muçulmana em Lisboa, deixa qualquer pessoa mal acostumada :).

4 de junho de 2011

Bope X Bombeiros



Que vergonha Brasil!
Fiquei deprimida com isso.